4th February 2012

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Daniela Mercury canibaliza sons em novo disco

Posted by MrHot on December 6 2009 Add Comments

Augusto Gomes, iG São Paulo
Álbum Canibália chega em cinco versões diferentes

Daniela Mercury está de volta, e mais canibal do que nunca. Canibal? O termo, para ela, tem significado positivo. “É porque eu gosto de engolir novas sonoridades”, explicou a cantora de 44 anos. Em entrevista por telefone, enquanto escolhia sua roupa para gravar um programa de TV, ela falou sobre seu novo trabalho, o disco Canibália. “O nome é uma referência à Tropicália. Afinal, eles também misturaram a música do Brasil com a música do mundo”.

‘Tenho orgulho da minha vida sem os Beatles’, diz Pete Best

‘Tenho orgulho da minha vida sem os Beatles’, diz Pete Best

Primeiro baterista dos Fab Four se apresenta no Brasil no fim de semana.
Em entrevista ao G1, diz que gostaria de voltar a falar com os ex-membros.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

Tamanho da letra

Foi ele quem segurou as baquetas quando os Beatles tocavam até sete horas por noite em Hamburgo, no começo dos anos 60. Foi ele também quem estava por trás da banda quando eles incendiavam o Cavern Club em Liverpool, criando a primeira onda da Beatlemania. Foi ele que participou das primeiras gravações da banda, como grupo de apoio do cantor Tony Sheridan. Mas não foi ele que passou para a história como o baterista dos Beatles.

Jay-Z lança o clipe de “Empire State Of Mind”, parceria com Alicia Keys

A “Fan Appreciation Tour”, do rapper Chris Brown, não está vendendo a quantidade de ingressos que a Jive Records esperava, é o que conta o “Popcrunch”.

Segundo o blog, a turnê que começa no House of Blues, em Houston, na semana que vem, não vendeu nem metade de suas entradas. A razão da debandada de fãs de Brown seria o recente caso de agressão cometido pelo rapper contra sua ex-namorada, Rihanna, em fevereiro deste ano.

Liberar ou não o download: dilema do MP3 ilegal volta a tirar o sono dos artistas

Polêmicas de Lily Allen e repressão à troca de arquivos racham opiniões. ‘Tem uma coisa meio inconsequente na nova geração’, diz Zero Quatro.

0,,15762284-FMMP,00Era uma vez o Napster. Lançado em junho de 1999 por dois estudantes de computação como uma ferramenta para facilitar a busca de arquivos em formato MP3, o serviço on-line de compartilhamento de dados se tornou a principal sensação da internet naquele ano. Agitou os fãs de música, gravou de vez a palavra “download” (baixar) no vocabulário mundial e, ao mesmo tempo, acendeu o sinal de alerta de gravadoras e artistas que, de repente, viram seus fonogramas sendo trocados de um canto a outro do planeta, à velocidade de um clique e, pior, sem que os internautas pagassem nada por isso.