Moraes Moreira, nome artístico de Antônio Carlos Moreira Pires, (Ituaçu, 8 de julho de 1947) é um cantor e músico brasileiro. Além de compositor de inúmeras músicas.
Um dos ícones da MPB, integrante do Novos Baianos, Moraes Moreira é reconhecido internacionalmente. O momento cultural em que vivia o Brasil quando ele tornou-se conhecido lhe propiciou-lhe elementos culturais e musicais únicos, o que se refletem em músicas como:
· Brasil Pandeiro
· Meninas do Brasil
· Forró do ABC
· Preta Pretinha
Moraes Moreira, depois de deixar os Novos Baianos em 1975, iniciou carreira-solo. De lá para cá, lançou inúmeros trabalhos. Seu primeiro disco solo, em 1975, foi gravado na Som Livre (hoje é uma raridade – nesse disco ele canta com os futuros músicos do conjunto A Cor do Som). Em 1976, Moraes lança seu disco que o tornaria conhecido depois da febre dos Novos Baianos: “Pombo Correio”. A música fez sucesso em todo o Brasil. Em seguida, lançou “Alto Falante”. Em 1979, veio a consagração definitiva com o álbum “Lá vem o Brasil descendo a ladeira”. Em 1980, junto com MPB4, Alceu Valença, Chico Buarque e outros, aceitou o convite da nova gravadora, Ariola, e conquistou o Brasil com o disco “Bazar Brasileiro”. Híbrido, acolheu a diversidade musical brasileira: o forró (Forró do ABC), o samba (Lá vem o Brasil), a música latina (Cabeleira de Berenice), 0 frevo (Pessoal do Aló). Nos anos 80, Moraes Moreira começou a circular pela Europa e Estados Unidos com seu ritmo misto de frevo e trio elétrico. Nessa década, gravou com o Trio Elétrico de Dodô e Osmar e foi o primeiro cantor dos trios do carnaval de Salvador. No final de 1989, cansado da desorganização do carnaval de Salvador, lançou várias comentando a violência e a deserganização: “Parei porque vi violência, parei porque vi confusão, na praça não cabe disputa…pega na cintura, pega mas não machuca, pegue pelo coração”. Em 1995 gravou o antológico Moraes Moreira ao Vivo MTV. o Cd é sucesso até hoje e lá estão registrados os grande sucessos. Em 1996, gravou o clássico CD “Estados”, em homenagem ao Rio São Francisco. Começa a cantor e tocar com osquestras sinfonicas em todo o Brasil. Volta ao Carnaval de Salvador. Em 1999, lança o disco “500 sambas”

